… uns passam depressa e outros nunca morrem.
Arquivos Mensais: Fevereiro 2009
Desde há meses que o nome de Jane Austen e sobretudo dois dos seus livros (Orgulho e Preconceito; Sensibilidade e Bom senso), me batem na cabeça e não sei explicar a razão. É daquelas autoras que leio sobre ela desde a adolescência e que no entanto nada dela li. Confesso a ignorância e confesso que marcarei encontro com ela na minha próxima visita a uma livraria.
li ontem que em braga se passou algo semelhante a torres vedras mas desta vez por causa da capa de um livro o que prova que as nossas polícias dominam muito bem os conceitos mais difíceis de evolução e a catarina no 100nada explica muito bem a analogia entre a (falta de) evolução e as (faltas de) conas no país.
por exemplo o mi(ni)stério público percebe bem um dos conceitos mais difíceis de evolução que é o da evolução convergente pois não existindo um ancestral comum recente foi buscar a 1973 a censura a uma sátira ao nosso querido magalhães no carnaval de torres vedras mas depois voltou atrás e deu a entender que domina também o conceito de evolução paralela que tal como a anterior não é uma homologia e por isso mesmo só quem domina muito bem o que é pode explicar o que não é tal como este texto que é um produto evolutivo que descende directamente de alguma da nossa melhor literatura apesar de haver sempre alguém que não pertence ao mi(ni)stério público que diz que o texto também pode ser derivado de alguém que não sabe escrever tal como a proibição e depois o seu contrário.
Desde os anos 20 do século passado que, para a ciência, a Genética está ligada à Evolução.
Mas políticos, jornalistas e fazedores de opinião pública (incluindo alguns cientistas, quer dizer, indivíduos que fazem – ou dizem fazer investigação científica), voltaram à sexta década de há dois séculos atrás, ou seja, ao darwinismo social e, curiosamente, através da palavra genética.
É o gene do político x e y, é a genética do partido, é a filosofia genética da empresa… é mesmo só o uso e abuso da palavra porque quem usa a Genética desta forma não sabe do que fala.
E assim se acentuam concepções alternativas (e erradas).
Se arquimedes não tivesse gritado Eureka ao descobrir que entrando numa banheira cheia de água a casa de banho ficava inundada se newton não tivesse gritado Fuck quando se apercebeu que debaixo de uma macieira podia cair uma maça se adão não tivesse murmurado MMMMMM ao ver eva nua se einstein não tivesse escrito Relatividade quando perdeu o primeiro avião para a américa se piaget não se tivesse armado em Esperto e ter dado origem às escolas que todos sabem, talvez as girafas tivessem um pescoço de tamanho razoável e lamarck estaria esquecido.
pode ser algo semelhante a instinto mas menos que uma probabilidade. mas que importância tem, Pergunto eu, se nem vocês nem os outros sabem do que falo?
Duzentas e não sei quantas mil casas a partir de Abril em Lisboa e Porto vão ter ligação à internet por fibra óptica. 100 MB de velocidade.
Depois de ter estado desde terça-feira até sábado sem telefone e sem net, acontecimento recorrente onde vivo, pergunto-me se eu terei sequer uma ligação em fios de cobre…
foi engano e já está retirado, Azar meu. disse eu.
Pretérito Imperfeito do Modo Indicativo, Pretérito Imperfeito do Modo Subjuntivo e depois ainda há todos os outros, Pretérito Mais-que-Perfeito do Modo Indicativo, Pretérito Mais-que-Perfeito do Modo Subjuntivo, Pretérito Perfeito do Modo Indicativo, Pretérito Perfeito do Modo Subjuntivo.
A língua portuguesa não é fácil mas como sinal positivo verifica-se que há mais perfeitos que imperfeitos.
P.S. Não gostaria de acabar este post sem incluir a língua de vaca ou de bacalhau que bem preparadas são um presente perfeito.