Arquivos Diários: Julho 31st, 2008

Não por acaso, o título deste post não se refere às quotas que tenho em atraso, desde que nasci, no FCP, SCP, SLB (mais conhecido pelo glorioço – peço desculpa pelo erro ortográfico), e outros que tais.

O título tem mais a ver com velhadas, cotas, (cá está), Kotas, adultos, pais, tios, avós… enfim, com a idade.

Segundo a definição do meu filho, um cota é: “Pessoa que tem 40 anos ou mais, que costuma ser um bocado aborrecida, chata, antiquada, não costuma topar as cenas dos ‘men’ de hoje em dia e que não estando assim muito habituados a modernices, às vezes passa vergonhas em frente aos jovens”.

No penúltimo fim-de-semana esteve cá em casa um grupo de amigos (a maioria com mais de 40 anos). Um pouco antes das dificuldades das despedidas, diz o meu filho: “Se houvesse um exame para cotas, vocês estariam todos chumbados”.

Quando escrevemos impressões do (sobre o) quotidiano, escrevemos para alguém ou para nós próprios? É uma pergunta ridícula na medida em que estou a escrever num blogue. Mesmo que seja lido por muito pouca gente, alguém além de mim também o lê. Logo, não estou a escrever só para mim.

Mas a verdade é que estou. Apesar de tratar essencialmente de banalidades do dia-a-dia do Augusto, misturando experiências do M2, não se trata de um diário. Tudo se resume à preguiça de pegar numa caneta.